dizem por aí que quem vive de passado é museu. e por um lado eu até concordo com isso. mas por outro eu acredito no seguinte: de que com o tempo ele aparece com o senso crítico, e isso pode tornar uma história patética engraçada. além de que, "recordar é viver". (brega, sim, reconheço, mas a máxima do sambinha cabe direitinho no que eu quero dizer.)
eu não revivo momentos, mas eu gosto de contá-los e é isso que eu vou fazer aqui.
mas isso não quer dizer que eu não vá falar do meu presente porque na verdade a minha vontade era escrever um blog de culinária. o que me impede de fazê-lo é a preguiça. cozinhar, escrever a receita contando direitinho as porções que eu usei do que, depois tirar foto e depois publicar. preguiça. mas isso também não quer dizer que eu não vá fazer isso. porque talvez a minha forma de contar o presente seja justamente esta... apenas não se importe se você achar pouco. tenho preguiça e este é um blog de histórias do passado.
os nomes podem ser fictícios ou não, mas os fatos foram reais. o que vai torná-los engraçados ou não é a ótica sob a qual são colocados: a do presente, a da minha "maturidade atual", da minha acidez, amargor, do meu senso de humor. Porque é óbvio: de algumas histórias eu quero lembrar, e de outras, esquecer.
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